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Quando a espera termina.

Muitas vezes a vida nos encontra em uma longa, longa temporada de espera — espera por Deus mover um coração, espera por uma circunstância mudar, espera pelo desenvolvimento de um relacionamento, e assim por diante. Nossos anseios podem ser por coisas muito boas, coisas que agradam o coração de Deus, e também elas nos escapam. Periodicamente até temos situações que nos levam a acreditar que a espera está prestes a terminar, mas em vez disso, as circunstâncias não dão o resultado esperado, deixando-nos com as mais dolorosas esperanças requeridas.

Embora eu seja uma firmemente convicta de que Deus está trabalhando na espera, preparando nossos corações, moldando nossas almas, e desenvolvendo qualidades em nós que só podem vir por meio do retardarmento de nossos desejos, isto pode ser muito desanimador também. Quando a espera parece não ter fim, nos perguntamos se perdemos a meta com nossa ansiedade. Devemos desistir dessas esperanças completamente?

Comumente, Deus quer mudar nossos desejos através de uma espera dolorosa. Outras vezes, ele está simplesmente purificando nossas esperanças no processo. Mas às vezes … depois de uma longa temporada de espera, Deus graciosa e abundantemente escolhe dar-nos aquela (esperança) para a qual ansiávamos. E a espera termina!

Através das vidas de um casal de amigos, estou recentemente lembrada da alegria que pode surgir de uma longa temporada de espera, quando Deus generosamente oferece o que tinha sido, por um longo tempo, retido.

Eu tenho uma amiga que passou grande parte de sua vida adulta, pedindo a Deus que lhe proporcionasse um parceiro com quem pudesse partilhar uma relação de casamento pra vida toda. Com o tempo, ela viu seus queridos amigos conhecer, casar e começar famílias. Enquanto isso, ela jamais sequer havia experimentado um namoro. Seu coração se partiu na espera, assombrada, e diminuindo as esperanças. Mas, então, aconteceu. Ela conheceu um homem incrível há 10 meses e agora, depois de anos de espera e oração, eles estão prestes a se casar. A espera docemente terminou.

Eu tenho uma outra amiga, casada há vários anos, que desejava começar uma família. Três anos atrás, ela ficou emocionada ao descobrir que estava grávida. Na metade do tempo de gravidez, ela perdeu o bebê. Ela ficou grávida novamente. E perdeu seu segundo filho. Ela ficou grávida novamente. E perdeu seu terceiro bebê. Meu amigo começou a se perguntar se ela iria ter o dom de segurar um filho seu, enrolado em seu abraço. Seu coração se partiu na espera, assombrada, e perdendo as esperanças. Mas, então, aconteceu. Ela engravidou novamente e há apenas duas semanas conheceu seu menino precioso, face-a-face. A espera docemente terminou.

Devido à sua espera, a alegria foi mais rica e profunda, não só para eles, mas para aqueles que esperaram com eles.

Escrito por Christina Levasheff — esposa de Drake Levasheff e mãe de Judson Levasheff — e traduzido por Leno Santana a partir do site http://www.storyofjudson.com/hope-in-suffering/When-the-Waiting-Ends.

Curioso sobre o site, o qual tem por título o nome de um garotinho que há cinco anos faleceu de uma doença com implicações raras e devastadoras, fiquei interessado na história do menino e decidi investigá-la. Seu nome era Judson.

Judson Drake Levasheff, nasceu na véspera do natal de 2004, era um garotinho brilhante e saudável quando seu corpo começou a se deteriorar rapidamente e de forma inesperada. Durante um período de apenas 5 meses, Judson ficou completamente paralisado, cego e mudo. Ele morreu em 7 de novembro de 2007 de uma rara leucodistrofia genética chamada doença de Krabbe.

Assista um pequeno documentário da curta vida de Judson aqui após ter sido diagnosticado com a doença e os quadros que vai apresentando rapidamente em um espaço de cinco meses. Quando as toxinas já se acumulavam no seu cérebro, Judson começa a apresentar uma série de disfunções do corpo: primeiro perde seus movimentos, depois sua fala, a habilidade de andar, a visão, e finalmente Judson para completamente.

Compartilhando a esperança do Céu dando às crianças com Krabbe uma chance de vida na terra.

Leucodistrofias – Segundo estudos do Centro de estudos do Genoma Humano da USP, as leucodistrofias são doenças geneticamente determinadas que afetam o sistema nervoso em decorrência de uma alteração progressiva da bainha de mielina, que é uma estrutura que reveste as células nervosas. Atualmente, existem mais de 25 formas conhecidas de leucodistrofias e novas formas estão sempre sendo identificadas. As manifestações ocorrem de maneira gradual, sendo paulatinamente notadas como: mudança no tônus corporal e nos movimentos, alterações de marcha, fala, visão, audição, comportamento, memória e processos mentais. Para saber mais sobre a doença acesse http://genoma.ib.usp.br.

Christina Levasheff escreveu sobre como Deus agiu na vida de sua família através de uma espera incomum, pois eles sabiam que a vida de seu filhinho seria breve e extremamente dolorosa para todos eles. Christina pode falar sobre esperar com qualquer pessoa que passa por uma situação que às vezes é impossível de se comparar com a de sua família, no entanto ela decidiu encorajar os que possuem esperança para que não desfaleçam mas compreendam que tudo o que Deus faz é para o nosso bem.

Drake e eu nunca teríamos escolhido este caminho para Judson e nossa família. Mas fora da nossa fragilidade, Deus, graciosamente, foi usando a vida de Jud para fazer a diferença no coração das pessoas e na luta contra a doença de Krabbe. Judson’s Legacy está comprometido a compartilhar a história de Jud – confiamos que Deus vai continuar usando o nosso homenzinho para afetar vidas. Considere o suporte a nossa missão!  — Christina Levasheff, mãe de Jud.

Para conhecer mais e colaborar com este trabalho acesse http://judsonslegacy.com

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