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Um milagre que todos nós podemos fazer

Um milagre que todos nós podemos fazer

Mateus 8:1-4.

No Evangelho de Mateus, particularmente nos capítulos de 5 a 7, vemos uma descrição que em muito se assemelha a de Moisés no monte Sinai. O Senhor Jesus sobe a um lugar elevado com o intuito de ensinar o sermão do monte, que expunha o novo padrão de um reino superior, mediante um sacerdócio superior ao de Moisés. O Senhor ensina a ética do Reino dos céus, porém muito mais do que isso. Jesus, no poder do Espírito Santo, traz a regeneração do ser como indivíduo e como igreja, a comunidade dos regenerados, um povo peculiar Seu. E essa semelhança é tão notável, que o próprio Senhor Jesus citou várias vezes as leis do A.T. Mas, dessa vez, com uma autoridade maior que a de Moisés, Jesus reinterpreta a Lei trazendo-a para uma realidade ainda mais profunda, para as questões do coração. Ele declarou em Mateus 5:17 que não veio revogar a Lei ou os profetas (as Escrituras), mas cumprir.

Jesus, como homem era judeu e desde a infância era versado na Lei, nos Salmos e nos Profetas. Portanto, não havia para Jesus nenhuma novidade entre aquele povo. Em nenhum momento ele foi surpreendido. Ele conhecia as Escrituras como ninguém. E sabia qual era a condição de um leproso diante da Lei e da sociedade.

O leproso no Antigo Testamento

O leproso deveria ficar fora dos limites do convívio social. Qualquer que o tocasse se tornaria cerimonialmente impuro conforme a Lei. A lepra no A.T. era uma doença tão singular que o livro dedica dois capítulos inteiros exclusivamente sobre ela e como lidar com essa enfermidade.

Em primeiro lugar, quando uma pessoa apresentasse na pele alguns sintomas suspeitos, era necessário que essa pessoa fosse apresentada ao sacerdote para que se submetesse a exame e diagnóstico. Se fosse constatado que era de fato lepra, então o leproso era posto em isolamento por sete dias. Após esse período o sacerdote o examinava novamente a fim de comprovar ou não se era lepra e que tipo era. Uma vez que o sacerdote determinasse que uma pessoa era impura por causa da lepra, essa pessoa perdia todas as ligações com os demais: família, parentes, amigos, irmãos da aliança. Não havia mais espaço para uma pessoa como essa dentro dos limites do convívio, dentro do arraial. Daí então haviam colônias, cavernas e masmorras fora da cidade onde os leprosos era mandados para aguardar a morte fria, dolorosa e lenta que estava por vir. Era como uma sentença de morte onde a pessoa passaria dias, meses, talvez anos em uma solitária esperando o dia da sua morte. Não havia cura para um leproso. A Bíblia no A.T. relata dois casos de lepra onde houve cura: Miriã, onde Moisés orou ao Senhor e ele a curou. E o caso do siro Naamã, que Eliseu o mandou banhar-se no Jordão sete vezes e foi curado. Miriã, porém, ficou sete dias fora e foi restituída. Naamã, não era do povo de Israel, era estrangeiro e não foi submetido a exame depois disso, mas a Bíblia relata que ele ficou com a pele como de bebê novamente.

Além desses dois casos não me recordo de nenhum outro que relate a cura de um leproso. O capítulo 14 do livro de Levítico esperou centenas de anos para ser posto em prática. Pois, é o capítulo que trata da purificação de uma pessoa com lepra, roupas e casas contaminadas também.

O homem, ou a mulher leprosa – assim que saísse o diagnóstico – deveria ter suas roupas rasgadas, os cabelos desgrenhados, cobrir a boca e passar a gritar: Imundo! Imundo! Ninguém poderia chegar perto dessa pessoa sob o risco de contaminação, a lepra tem nível de contágio. Assim, as chagas pelo corpo, pela cabeça do leproso iam cada vez mais se tornando profundas, causavam a perda de sensibilidade nos locais afetados, ficava em carne viva e cheirava mal. Aos poucos as extremidades do corpo iam sendo consumidas como os dedos, dos pés e das mãos, nariz, também os lábios. O isolamento era mandamento e além de ser a forma determinada para santificar ao Senhor, para que não houvesse coisa imunda no meio do arraial, era uma questão de saúde pública. O leproso que viesse a romper com o distanciamento entre as demais pessoas, podia ser apedrejado. E com certeza, essa seria a atitude natural de qualquer judeu: escorraça-lo e apedreja-lo. Ele estava quebrando o mandamento. Lucas 5:12 diz que aquele homem estava coberto de lepra. Ela já estava em estado avançado.

É interessante o quanto essa doença nos permite refletir sobre a condição espiritual de pessoas que repulsam os outros, pois exalam um mau cheiro no caráter, ou no gênio. Basta a pessoa abrir a boca e é como se ela estivesse dizendo de si mesma: “Imundo! Imundo!”. Também, por outro lado, há pessoas que tratam o próximo como se fosse um leproso, que repele as pessoas, as escorraça e fere só de chegar perto. É sombrio, pois assim como a lepra, essas coisas vão deixando os sentidos amortecidos e ao poucos vai destruindo o relacionamento, causando isolamento e fazendo com que a pessoa definhe lenta e dolorosamente. H.D. Lopes menciona em seu livro “Marcos, o Evangelho dos milagres”:

A palavra lepra vem de lepros do verbo lepein que significa descascar. Um leproso é alguém com a pele descascando. Naquela época, a lepra abrangia alergias de pele em geral, das quais os rabinos tinham relacionado 72, tanto de curáveis quanto incuráveis. A palavra grega para lepra era usada para uma variedade de doenças similares; algumas delas eram contagiosas, degenerativas e mortais. A lepra descrita no texto em apreço era deste tipo: uma doença insidiosa, repulsiva, lenta, progressiva, grave e incurável. Ela transformava o enfermo numa carcaça repulsiva. O leproso era considerado um morto-vivo. A cura da lepra era considerada como uma ressurreição. Só Deus podia curar um leproso (2Rs 5.7).

Até aqui podemos ver que a lepra é como o pecado, ele nos afasta de nós mesmos e da dignidade de seres humanos como imagem e semelhança de Deus, nos afasta dos outros e nos afasta de Deus (Isaías 59:2). Enquanto de um lado a lepra atinge a pele, a carne e os ossos, o pecado afeta as palavras, os pensamentos e a alma. A lepra não repulsa a presença de Deus, mas o pecado nos afasta dele. Assim como a lepra, o pecado contamina e é contagioso.

E é assim que Jesus procede. Jesus não busca persuadi-lo expondo os preceitos da Lei ou os riscos de contágio. Não se preocupa com a multidão que, certamente assistia de longe. Ele apenas toca-o e responde: Quero; fica limpo. O leproso rompeu com todas as limitações da Lei e da sociedade, desafiou a morte (por apedrejamento) e se aproximou de Jesus. Porquanto era essa a consciência que a lei e a comunidade imprimia naquele homem. Ele era indigno, era uma ameaça e deveria permanecer isolado como todos os demais leprosos. Hernandes Dias Lopes comenta ainda que a lepra era um símbolo da ira de Deus contra o pecado. Os rabinos consideravam a lepra um castigo de Deus. A lepra não pode separar o homem de Deus, mas o pecado o separa de Deus no tempo e na eternidade. Apesar de vermos como tudo estava contra, aquele homem se aproxima de Jesus, que lhe é favorável, e o adora.

A atitude do homem

Vale ressaltar alguns aspectos da atitude daquele homem.

  • Ele agiu contra a esperança, contra os preceitos da lei, desafiou a morte por apedrejamento, subjugou sua miséria, sua desesperança;
  • Apesar de todos os seus complexos e frustrações, ele correu para Jesus;
  • Ele não superestimou sua desventura, sua condição. Não colocou sua desgraça acima de qualquer esperança;
  • Demonstrou humildade e submissão a agenda de Jesus e à sua vontade: Ele disse: Se quiseres, podes purificar-me. Ele não disse: eu decreto, eu ordeno, eu mando, eu determino. Ele não se valeu do que podia fazer, pois sabia que não podia fazer absolutamente nada, a não ser crer que Jesus pode todas as coisas.
  • Demonstrou dependência de Deus

O leproso chama Jesus de Senhor

Declarar que Jesus é Senhor no contexto do império Romano, onde somente o imperador era reverenciado desse modo demonstrou convicção e ousadia por parte daquele homem. Mas ele sabia do que precisava. E a passagem deixa claro que era muito mais do que ser restituído a sua família, ao convívio dos amigos e parentes, de ter sua autoestima erguida, possuir um lugar digno na comunidade judaica. Ele sabia que precisava ser purificado para ser admitido no templo e na presença de Deus. Ele ainda cria e conhecia que o Deus de Israel é misericordioso e compassivo, longânimo e assaz benigno (Salmo 103:8). Ele reconheceu a majestade de Jesus. Ele rogou com fé e submissão, e o Senhor o respondeu com compaixão e graça. Assim como aquele homem, temos de testemunhar o que Deus fez conosco, de como Ele teve compaixão de nós.

Podemos aprender uma lição muito válida em nossos dias: Não obstante vivermos numa época onde a cultura evangélica das mídias acentua os alegados milagres e curas em nome de Jesus em detrimento de Sua Palavra, ensino e caráter, aquele homem adorou ao Senhor sendo ainda impuro. A adoração está primaria e intimamente ligada com o reconhecimento de quem Jesus é; o que ele faz é o que torna todo crente em um testemunho vivo e cheio de ações de graça. Ele adorou ao Senhor por saber que Ele é cheio de misericórdia, e não por que corria atrás de um milagre.

A atitude de Jesus

  • Jesus se compadece

O texto paralelo em Marcos 1:41 diz que Jesus se compadeceu profundamente do homem que havia se submetido totalmente ao Senhor em adoração e reverência pondo seu rosto ao chão. Não obstante tudo o que vimos a respeito do contexto que envolve essa situação, aquele homem chegou tão perto de Jesus a ponto de ser tocado. E Jesus o tocou. Através de sua doença, aquele homem tocou as entranhas de Jesus que teve compaixão, é isso que essa palavra exprime: uma contrição das entranhas.

Jesus não apenas teve compaixão pelo homem, mas demonstrou essa compaixão. Ele não precisava absolutamente tocá-lo, mas a quanto tempo aquele homem não sabia o que era um toque, não reconhecia nenhum outro cheiro senão o seu próprio cheiro de morte que seu corpo exalava. Ninguém jamais teve coragem de se expor tanto, de se aproximar e de tocar um leproso. A verdade é que Jesus nunca fez caso de homem algum pela aparência, influência social, intelectual ou religiosa, ele tratou todos com dignidade.

  • Jesus toca

Jesus poderia curá-lo sem o tocar. Mas Jesus viu que aquele homem tinha não apenas uma enfermidade física, mas também uma profunda carência emocional. Jesus tocou a lepra. Mostrou sua autoridade sobre a lei e sobre a enfermidade. Jesus curou as suas emoções, antes de curar a sua enfermidade. O toque de Jesus curou a sua alma, a sua psiquê, a sua auto-estima, a sua imagem destruída.

Isso que é tão admirável e comovente na atitude de Jesus. Ele não se afasta de nós por causa de nossas enfermidades, pelo contrário, ele se aproxima e toca. Assim, não precisamos ter medo de nos aproximar dele e expor nossa condição. Há pessoas que não se achegam a Deus por pensar que podem se purificar de seus erros e depois sim é que vão se aproximar. Elas querem estar “inculpáveis”, daí sim se achegam. Outras se acham tão indignas que nem ao menos tem coragem de orar ao Senhor e dizer: pequei. Pois pensam ser tão imerecedoras da presença de Deus que acabam por esconder-se dele, como o fizeram Adão e Eva. É o que o pecado faz, ele nos envergonha e nos deixa meio perturbados, um tanto quanto afetados na razão, pois quem pode se esconder do Deus que tudo vê…

  • Jesus fala com o homem

A resposta de Jesus é ainda mais extraordinária. Jesus publicamente curou e purificou aquele homem do seu mal. Jesus pela sua vontade e poder transformou a existência do homem. Jesus conversou com ele. Parece algo tão normal, tão comum para nós. Mas quando compreendemos quem é o que fala, podemos nos surpreender com a majestade de Deus em Jesus. O Criador se identificou com a própria criatura de suas mãos.

O sacerdote apenas poderia declarar que um leproso estava limpo, porém só Jesus é quem pode purificar. O Senhor não fez propaganda do milagre que iria realizar, embora esse milagre já estivesse em sua agenda desde a eternidade. Pois nenhum milagre feito pelo Mestre foi como uma resposta improvisada de acordo com a circunstância. Nenhum milagre de Jesus foi um acontecimento casual. E ele fez com que esse milagre não apenas fosse feito publicamente, mas que fosse também submetido a exame pelo sacerdote.

A ordem de Jesus

O sacerdote era a autoridade religiosa e sanitária que fornecia o atestado de saúde e pronunciava a purificação (Lv 14.1-32). Ele deveria dar o atestado de reintegração daquele homem na sociedade e também atestar a legitimidade do milagre. O verdadeiro milagre é passível de verificação. Jesus ordena ao homem que cumpra com o que a Lei determina quanto a sua purificação.

O milagre deveria ser verificado para que servisse de testemunho aos sacerdotes e por meio destes ao povo. Jesus o proíbe de testemunhar diretamente ao povo, mas somente ao sacerdote, ele não queria ser aclamado como um curandeiro ambulante. Pois sua palavra que gera vida, gera cura: sua missão é pregar o Reino (Mc.1:38); libertar os cativos, trazê-los para a luz do conhecimento de Deus e conduzi-los ao relacionamento com o Pai  (Lc 4:18-19). O enfoque não está no milagre. Jesus não faz da popularidade seu lugar fixo, pois não é esse seu objetivo. A pessoalidade de Deus em Cristo é a mesma mostrada no Antigo Testamento (Deus de Abraão, de Isaque e Jacó). Os guias de Israel eram os lideres responsáveis por ensinar o povo. Eles deveriam ser as primeiras testemunhas de que Deus estava visitando seu povo.

A desobediência

Jesus fez questão de adverti-lo a não contar a ninguém um milagre tão notável, senão unicamente ao sacerdote. Como Jesus poderia ordenar isto. Era como dizer ao mudo que fora curado para que ele se calasse, como dizer ao surdo curado que ele não ouvisse. Obviamente, aquele homem desobedeceu à ordem do Mestre. Marcos 1:44-45 diz que ele na mesma hora saiu a propalar muitas coisas. Mas, porque Jesus ordenou isto?

  • Sua missão era primariamente pregar o Evangelho (Marcos 1:38). Deixar que as multidões o sigam apenas pelos seus feitos milagrosos poderia comprometer sua missão no coração e entendimento das pessoas. O diabo tentou Jesus a demonstrar seu poder como Filho de Deus em busca de auto afirmação, fama e domínio sobre as pessoas. Mas Jesus não precisava disso. E a multidão não raramente buscava algum sinal que pudesse convencê-los de que o Senhor era de fato o Messias.
  • Jesus também não tinha a intenção de provocar resistência ou oposição na liderança religiosa de Israel para não suceder que se opusessem ao seu ministério tão rapidamente. Já bastava a inveja que eles sentiam.

Jesus mandou aquele homem ficar calado e ele falou. Hoje, Jesus nos manda falar e nós nos calamos. A desobediência desse leproso purificado não é tão condenável quanto a nossa desobediência. Somos ordenados a falar as boas-novas do evangelho a todos e não falamos a ninguém (1991 apud McGEE; LOPES, 2006, p.87).

 Aquele homem, não podendo conter-se saiu contando para todos o que Jesus, o Nazareno acabara de lhe fazer. E o preço pago foi que o Senhor não podia mais entrar publicamente em qualquer cidade, mas permanecia fora, em lugares ermos; e de toda parte vinham ter com ele” (1.45). Os líderes poderiam acusar Jesus de estar impuro por ter tocado um leproso, e não haver se submetido a exame pelo sacerdote. Ele não poderia entrar nas sinagogas deles para ensinar, até que se cumprisse o tempo da purificação exigido pela Lei. Mas pesava o fato de que com essa situação, somente os que queriam se aproximar dele é que saiam da cidade.

 O que podemos aprender com essa passagem

Considerações:

  • Há pessoas que sempre repulsam os outros quando veem em si mesmas alguma indignidade; mas não somos salvos nem aproximados de Deus por dignidade, mas por graça. Embora não haja em nosso meio operadores de milagres como Jesus operou, podemos aprender a receber os outros do mesmo modo que ele nos aceita (humildade de espírito). Ser agentes de Deus, ser Jesus para os que precisam ser recebidos e uns para com os outros. Esse é um milagre que todos nós podemos fazer.
  • Não obstante Sua divindade, o que impressiona é a humanidade de Jesus. É por isso que aproximar-se de Jesus sempre vale a pena, não há impureza que Jesus não possa purificar.
  • A vida e as adversidades que estamos expostos a passar não constituem o desígnio final de Deus para seus filhos, nem para homem algum; Eclesiastes 3 diz que há tempo para todo propósito, que Deus estabeleceu um tempo para tudo, de modo que nossa saúde não perene, mas nossa enfermidade não é eterna; nosso choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã.
  • O leproso se submete à agenda de Deus (“se quiseres”)
  • No tempo em que vivemos, diante da cultura evangélica, cuidado com as multidões de milagres, com a permanência dos fatos exteriores. Com os ajuntamentos em torno dos milagres, das curas.

O ensino de Jesus se afirma pela autoridade de Sua palavra e também pela pureza de Seu caráter. E este é o dogma, a teopraxia (o agir segundo Deus) de todo o que tem fé em Jesus: é segundo Seu ensino e Seu caráter. A compaixão que ele nos ensina na prática vai além de um ideal proposto. Para os que são havidos por entrar no reino dos céus, deve ser uma realidade exposta, um fundamento sólido pelas atitudes de justiça, pois — disse ele — se ela não exceder em muito a dos escribas e fariseus, jamais entrareis no reino dos Céus (Mateus 5:20). Assim somos cidadãos do reino, concidadãos dos santos, chamados à assembleia celestial dos justos. Devemos ser o modelo para o mundo que Jesus demonstrou a todos nós no monte. Ele não permaneceu lá no alto, embora tenha vindo das alturas, desceu até nós e nos iluminou. Exerceu misericórdia para com os que eram mais indignos e rejeitados. Assim tenhamos também em nós o mesmo sentimento que houve também em Cristo. Ele sabia que possuía todo direito de julgar, mas foi compassivo e misericordioso, não usou do seu direito, mas de sua compaixão justificadora. Precisamos saber estender a mão a quem precisa e não negar o bem a quem de direito.

A graça seja como todos. Amém!

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Citações: LOPES, Hernandes Dias. Marcos: o evangelho dos milagres. São Paulo: Hagnos, 2006, p.76-88.

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